A oração de fé durante a doença
CONSECUÇÕES APESAR DE AFLIÇÕES.
17. Não obstante, como trabalhou Paulo, e que nos mostram seu caso e sua atitude?
17 PAULO não recebeu cura divina neste sentido, mas não foi por lhe faltar fé. Não obstante, ele trabalhou muito mais do que qualquer dos demais apóstolos. Seu caso revela que não nos é necessário a cura divina de nossas enfermidades e doenças físicas a fim de conseguirmos alguma coisa no serviço ativo como testemunhas do Deus Altíssimo. Paulo ilustrou o que Deus mediante Cristo pode fazer de um homem aflito com um espinho na carne que constituía uma fraqueza para ele. Assim como Paulo, podemos ficar contentes com o que o Senhor consegue por meio de nós apesar de nossas doenças, incapacidades ou fraquezas que a cura divina não remove de nós hoje em dia. Se conseguimos algo apesar destas coisas, estamos obrigados a concluir que foi o Senhor que o conseguiu mediante nós, e não nós próprios. Isto evita que nos tornamos exaltados e altivos. Lembra-nos de que somos poderosos para fazer qualquer coisa só mediante seu poder que nos cobre como tenda. Permite que o poder de Deus mediante Cristo se aperfeiçoa operando por meio de nós, em face de nossa debilidade admitida. Por isso é Deus mediante Cristo que merece a glória de nossas consecuções. Nosso ministério como seus servos e testemunhas é um tesouro glorioso, e agora podemos apreciar por que se entrega este tesouro a criaturas da terra que se assemelham a vasos de barro. Paulo explica: “Temos este tesouro em vasos de barro, para que o poder além do normal seja de Deus, e não da nossa partes” —2 Cor. 4:1, 7, NM.
18. Para corresponder com isto, que revelam os relatórios de serviço para 1951?
18 Os relatórios de serviço dos dias modernos revelam que Deus está efetuando uma obra poderosa por meio de homens, mulheres e crianças inteiramente devotados a ele, os quais sofrem embaraço por algum enfraquecimento físico. Êles tem suficiente verdade para não orar e esperar que Deus faça o milagre de cura divina para livrá-los do que aflige ou impede seus corpos, antes de se esforçarem a efetuar alguma coisa no seu serviço. Não necessitam o poder da cura divina para lhes remover as enfermidades e defeitos naturais a fim de convencer a si mesmos ou a outros que tem a verdade e são testemunhas de Jeová. Na condição em que se encontram tratam de servir por ministros das boas novas do Seu reino que tem de ser pregadas agora por todo o mundo. Assim atualmente inválidos e aleijados em cadeiras de rodas ou de cama testificam acerca do Reino que vem entrando, por todos os meios e a todas as pessoas que suas condições limitadas lhes permitem. Falam a todos os que entram em contacto com eles, escrevem cartas, colocam literatura ou a enviam pelo correio, telefonam, usam a linguagem de sinais, etc. Estes relatam o tempo que assim dedicam em testificar, e se encontram entre as mais de 375.000 testemunhas ativas que o Todo-poderoso levantou no ano de 1951.
19. Além de tais limitados, que fazem outros com impedimentos, e por isso o que revelam eles?
19 Não devemos negligenciar estes assim impedidos. Devemos cuidar deles, cooperar com eles, suprir suas necessidades para o serviço, fornecer-lhes alimento espiritual mediante visitas pessoais e outros meios. Além das pessoas em hospitais, quartos de enfermos, e outros lugares de restrição que estão deixando brilhar a verdade do Reino, há outros que são cegos, que são surdos e mudos, que são aleijados ou que tem outros impedimentos e aflições. Estes não obstante saem ao campo e proclamam o Reino e efetuam um testemunho poderoso, tudo em demonstração do poder de Deus no meio da fraqueza. Portanto, nenhum dos tais deve desanimar-se. Prossigam nos seus esforços esplendidos, pondo à prova o poder de Deus. Assim eles têm parte em demonstrar que é tal como declara Zacarias 4:6: “Não por força nem por poder, mas por meu espírito, diz Jehovah dos exércitos”.
20. Que podemos esperar quanto às perguntas adicionais sobre doença e cura divina?
20 Todavia, as perguntas sobre a doença e cura divina são mais do que podemos considerar neste artigo de A Sentinela. Estais interessados na discussão destas no próximo artigo? Cremos que sim. Por isso as vossas perguntas que ainda não foram respondidas acima talvez sejam tratadas satisfatoriamente no que temos a dizer em seguida.