Novo modo de disciplinar?
● Os pais frustrados, que já experimentaram todos os métodos modernos para fazer seus filhos obedecer, usualmente deixam de fazer o que funciona quase sempre. É “tão simples”, diz a revista “Psychology Today, “que muitas vezes é desapercebido”. Trata-se de alguma nova descoberta na psicologia infantil? Não, é apenas sabedoria antiga.
O artigo salienta que, em vez de demandar a obediência, os pais muitas vezes “dizem coisas tais como: ‘Não me deixe apanhar você nisso outra vez.’ Isto é para a criança uma clara indicação de que pode continuar com aquilo que está fazendo, mas que deve ter cuidado de não ser apanhada”. Os pais dizem também: “Quero que faça as suas tarefas escolares”, ou algo assim, mas isto apenas expressa um desejo parental, que a “criança pode avaliar em comparação com o que ELA quer fazer”.
Para obter a obediência, “é decisivo”, diz o artigo, “que os pais comecem a declarar as demandas em termos inequívocos, e é também necessário que a criança saiba que você fala sério. Você não lhe está PEDINDO que faça alguma coisa, nem está QUERENDO que a faça, mas, antes, está ORDENANDO-LHE que a faça. . . .
“Uma vez que a criança aprende que os pais falam sério”, observa o artigo, “não mais tentará ludibriá-los para conseguir as coisas do seu jeito”. Os pais que têm fibra persistem neste proceder, mesmo em face de desobediência arraigada, verificarão que seus esforços extras, agora, pagam dividendos futuros. Na realidade, requer muito menos esforço, visto que a criança aprende depressa a acatar demandas razoáveis, assim como diz o sábio provérbio bíblico: “Corrige o teu filho e te dará descanso, dará delícias à tua alma.” — Pro. 29:17, Almeida, atualizada.