Os clérigos e as Nações Unidas
Um editorial do Chronicle de Houston (Texas), por causa de sua natureza incomum, foi reimpresso no periódico Leader de Graham (Texas), na sua edição de 8 de novembro de 1958, sob o cabeçalho “Governo não É Negócio de Igreja”: “Na constituição do estado de Maryland há uma provisão que reza: ‘Nenhum ministro ou pregador do evangelho, ou de qualquer crença ou seita religiosa será elegível como senador ou deputado.’ Isto foi bem sàbiamente projetado, para preservar a separação entre igreja e estado: O precedente para esta atitude encontra-se na própria Bíblia, onde estão transcritas as palavras de Cristo admoestando os fariseus, quando estes tentaram tomá-lo de surpresa: ‘Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.’ Aqueles clérigos, membros do Congresso Internacional de Igrejas Cristãs, que se reuniram na semana passada em S. Luís [E. U. A.], fariam bem em reter na mente estas coisas. Embora alguns, neste congresso, expressassem forte desacordo, a grande maioria adotou uma resolução que propôs que o Congresso promulgasse uma lei que permitisse ao pagador individual de impostos dar até 2 por cento de seu imposto de renda às Nações Unidas, ao invés de aos Estados Unidos.”
Outro texto bíblico que se poderia citar é o de Tiago 4:4: “Não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Aquelle, pois, que quizer ser amigo do mundo, constitue-se inimigo de Deus.”